The Truman Show – Crítica

Quem é que nunca pensou que o mundo gira a nossa volta? Que os outros são meros actores? Sim muito bem fundamentado neste filme, que perde muito pelo final. Um argumento original escrito por Andrew Niccol, com um desfecho previsível mais ao estilo de Hollywood. Esperávamos mais, não nos sentimos completos no final da obra.

É notável a forma clássica em como Peter Weir nos dá a conhecer o protagonista – interpretado por Jim Carrey – num papel que é talvez o mais reconhecido da sua carreira. O filme é também uma constante crítica aos media e ao seu público alvo. Mantendo as características do autor, a obra está repleta de moralismos, como já conhecemos em Dead Poets Society. O existencialismo é de facto o tema predilecto do realizador.

Neste contexto histórico em que os media e a indústria cultural, são alvos de toda a crítica, Weir intimida uma relação Cinema/Televisão, para nos mostrar não só o que não é uma opção de vida, como também uma crítica às massas que o assistem.

Nós que o assistimos, ficamos presos ao enredo, no qual temos um herói por quem torcemos. Devido muito a esse herói mas não só, The Truman Show vale 7.2 por aquilo que é um filme, com um argumento difícil de passar para os ecrãs.

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