The Outsiders – Crítica

É muito difícil identificar as personagens, devido à má estruturação do guião, que leva a erros de raccord e repetição de planos, que acaba por tirar o ênfase do filme. Conhecemos Coppola e sempre que sai da sua linha habitual, não é brilhante. Dá impressão que precisa de uma excelente produção para o completar.

Mas o espaço temporal está lá! Somos remetidos para esta geração e aos anos 50 e 60. Isso sim! Lá nessa fotografia, Francis acertou em cheio! E dá muito prazer aos amantes dessa época! Algumas intenções pouco credíveis e a dobragem mais uma vez em falha, na coleção do autor. Mas o filme cresce. E depois de estarmos entranhados no seio punk, podemos adorá-lo. É uma das qualidades do realizador, mas deve-o ao argumento original, que não é seu. O final é sem dúvida mais arrebatador que o início, onde encontramos muito mais densidade na intriga.

É um filme considerado pertencente ao grupo Brat Pack. Grupo este representado por jovens actores que frequentemente participam em filmes, que criticam uma geração consumista, cínica e hipócrita.

Não gosto que o Sr. Francis Ford Coppola, e sublinho, MAIS UMA VEZ sinta necessidade de explicar o filme. Este que é um 6.8

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