Avatar – Crítica

Não posso gostar de um filme sem argumento. Ou que o argumento é de uma reflexão da Pocahontas em azul. Muito menos quando esse filme envolve custos de produção que rondam os 300 Milhões de Dólares! E mais custos de divulgação 150 Milhões de Dólares! É inacreditável! Mesmo sabendo que nas salas de cinema superou o seu anterior filme – Titanic – sendo hoje o filme com mais lucro de bilheteira de sempre!

E tivemos nós à espera 15 anos porque não havia tecnologia suficiente para a visão de James Cameron. Sim senhor, Avatar é uma inovação em termos tecnológicos, devido ao desenvolvimento do 3D e das câmaras que foram feitas especialmente para a produção do filme…. Como se fosse isso é que interessasse à 7ª arte!! Ou ao entretenimento! Pagamos quase mais metade do bilhete, para termos os óculos que nos fazem ver em três dimensões. Qual argumento qual quê?! Vai estrear em 3D tem saída! Que é isto? Tão a mandar alguma coisa abaixo que eu não estou a dar conta!?  Não sei se é por gosto pessoal mas para mim, o argumento tem muito peso no filme. É a base a qualquer realizador. E eu adoro entretenimento. Mas o entretenimento não tem este preço.

Ok, foi bom Paul Frommer ter criado uma língua a ser especialmente utilizada no filme – Na’vi – própria dos Na’vi que trata o filme. Epá mas é só por ter estas e outras em consideração, que vale os míseros 3.4 efeito final conseguido.

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