The Ides of March (Nos Idos de Março) – Crítica

Cinema ao estilo de Hollywood. Quem vai até ao cinema ver The Ides of March é capaz de sair saciado. Técnicamente está bem, à excepção da montagem, e tem um argumento de entretenimento de boa qualidade. Não cai no erro de explicar demasiado o que estamos a ver, sendo isto capaz através de um guião muito bem delineado.

É impossível deixar de falar de George Clooney como realizador. Este que é um dos homens mais carismáticos de Hollywood, está a revelar satisfação aos mais cépticos, na sua carreira como “comandante”. Ligado a questões humanitárias, o veterano actor baseou-se na obra de Beau Willimon.

Consegue de maneira objectiva e descontraída, criar a tensão necessária num elenco que de assertivo, só tem ele (George Clooney) e a beleza charmosa de Evan Rachel Wood. Paul Giamatti não tem o papel perfeito e o protagonista Ryan Gosling, contempla-nos com o seu ar monótono do inicio ao fim. Seja em Drive ou em Ides of March, os olhos do actor dizem-nos o mesmo… Não gosto disso.

Não é polémico como esperado, mas o seu tom inocente envolve o espectador. É 5.5 pelo que não deixe de ser agradável e envolvente na sala de cinema.

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