The Tree of Life (A Árvore da Vida) – Crítica

Quem sente a obra, se fechasse os olhos era aquilo que via. Aquilo que está no ecrã. É ouvir Mozart e aquilo que sentimos está ali feito com a câmara. É um momento individual que dura duas horas. Uma narrativa exteriorizada a partir do que de mais íntimo tem este argumento. Como Malick provoca esse sentimento? Sentimentos. Porque não são poucos. É disso que estamos a falar. Uma meditação entre a natureza e o Homem.

Árvore da Vida vale para mim além de inspiração é o fabuloso 8.1

Não vou embora sem destacar a sua essência simples e minimalista, passando por uma excelente fotografia, deslumbrando-nos com iluminação e textura. E uma montagem de acordo com a filosofia.

Sinópse:

Fragmentos de memórias e questões existenciais, da passagem da vida humana na Terra. Reflexão de:

Sean Penn – Jack – em adulto e na sua infância representado por Hunter McCracken, com uma actuação muito segura.

Inserido numa família onde a sua mãe (Jessica Chastain) está sempre presente e juntamente com os seus dois irmãos são vítimas de uma educação austera por parte do seu pai – Brad Pitt em Mr.O’Brien.

Não esperem um principio meio e fim, nem tentem entender isto como vos estou a dizer. Têm de estar dispostos e de mente vazia porque vão encontrar arte, por isso é normal ver muita gente sair da sala a meio do filme.

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