Kill Bill A Vingança, Volume 2 – Crítica

Bom, é mais divertido e tem mais daquilo que gostamos de Tarantino, que o 1º volume. Foi um óptimo golpe termos 2 partes. Tanto em termos lucrativos, como o facto de a história não ser a mesma compactada em duas horas.

E é neste segundo que entendemos tudo o que ficou em aberto em 2003. Com um ritmo mais lento, mais cómico, acção á parte, o eixo da história é aqui, já com os célebres diálogos apimentados de inteligência.

Nada forçado, o acting é responsável por toda a envolvente, longe dos efeitos especiais. Isto agrada-me mais!

Uma Thurman tem uma enorme prestação no final desta jornada e Tarantino volta a mostrar o que vale neste contributo para a sua colecção de vida, depois de ter sido alvo de criticas menos construtivas que a minha, que afirmavam que o realizador teria perdido a criatividade depois de Jackie Brown.

Kill Bill é um exemplo de cinema de autor e por isso não vou comentar mais da obra. Fico á espera do que está especulado para 2014 – Volume 3 – “A Noiva vai voltar a lutar” disse o Homem com desejo de continuar a saga.

Obrigado, 7.9 e se algum dia tiver oportunidade, um abraço a Tarantino.

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