From Dusk Till Dawn – Crítica

O filme começa Tarantinesco, com os diálogos aguçados na pele do próprio (Quentin Tarantino) e George Clooney, num look versão Al Pacino em Scarface. Tarantino aqui como excelente actor, num papel que, quem conhece a personalidade do realizador, sabe que lhe assenta que nem uma luva! Louco, cheio de fetiches e Clooney – o racional, não deixando de ser muito peculiar. Empolgante esta primeira parte e muito sólida, pertencente ao guião escrito por Quentin Tarantino.

De repente… Vampiros? A densidade que tínhamos perdeu-se. Toda a credibilidade do filme foi por água abaixo. Não deixa de ser uma história de vampiros criativa, mas a primeira parte do filme promete tanto, que tinha tudo para ser grande. Quando o filme estava “lançado”, sólido e no auge do clímax… Ficamos com a famosa expressão what the fuck?!

Foi decerto propositado, para fazer levantar o espectador mais entediado. Trash movie a partir dali. Cabeças cortadas, braços por todo o lado, pernas… Sem grandes efeitos especiais, o que foi também uma crítica ao entretenimento. É diferente, mas um salto, uma surpresa tal, que pretende modificar mentalidades. Foi uma experiência e foi inovador. E é 6.5 aqui no conversas de cinema.

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