Dark City – Crítica

“Um dia um homem pode ser inspector. No dia seguinte, alguém completamente diferente. Quando querem estudar um assassino… Eles injetam uma nova personalidade no cidadão… Criam uma família para ele, amigos, toda uma história. Até uma carteira perdida. Observam os resultados. Um homem com a história de um assassino continuar assim? Ou somos mais do que a soma das nossas lembranças?”

… esta a questão que nos deixa Dr. Daniel P. Schreber interpretado por Kiefer Sutherland e é a grande intriga em Dark City. Uma excelente explicação para o sentido da vida, um argumento que a primeira vista é de um filme experimental. No entanto estamos a falar de um filme nada dificil de ver mas é preciso atenção redobrada. De ficção cientifica com um cheirinho de policial mistura, envolve-nos durante quase duas horas.

Foi assim que se tornou um filme de culto, Dark City conta-nos a história através  da câmara, com uma linguagem muito visual sobre um cenário perfeitamente enquadrado para o assunto. E conversas aparte, não fosse este filme a inspiração para os irmãos Wachowski em The Matrix e capaz ainda de dar um sonho molhado aos fãs de Blade Runner. E como sonho está para noite, este filme está para o seu lado mais sombrio. Uma cidade construÌda a partir do imaginário, longe das cores e onde nunca é dia. Uma banda sonora a acompanhar que se aplica em cada cena, È de não se perder no enredo já que para nós vale 7.6

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